"SEI QUE NADA SEI, NO ENTANTO SEI, QUE ENQUANTO VIVER COMBATEREI COM TUDO O
QUE ESTIVER AO MEU ALCANCE, TODOS OS QUE COMETEM ALIENAÇÃO PARENTAL"

domingo, 23 de outubro de 2011

Alberto

Tomar, Claustros do Convento de Cristo, não me recordo o ano e isso pouco importa.
Eu levava companhia, Ela também, não me recordo do nome dele, ah! isso pouco importa.
Era a festa do casamento de uma amiga comum (delas) não me lembro do nome da noiva, isso pouco importa.
O ambiente estava fascinante, não sei se por ser num convento ou as pessoas estarem muito felizes certo é que havia tempo, muito tempo que não me sentia tão bem, não me recordo de há quanto tempo não sentia aquela paz de espírito, aquele conforto, mas isso pouco importa.
Repetidamente nossos olhares encontravam-se na atmosfera do salão, ambos ficávamos sem jeito e assim permanecíamos por nano-segundos, que sensação, mas agora não importa.
Tantos trambolhões deu a vida que nunca mais te vi, nunca mais, isso não sei se importa.
Gostava de te ver mesmo por nano-segundos, talvez me importe.
Não é meu hábito 'pensar' muito em ti, dizem que podemos incomodar a outra pessoa quando a desejamos muito, vou pensando nisso é capaz de ser matéria para investigação, de momento pouco importa.
 Lembraste, foste a primeira pessoa a chamar-me Alberto e isso foi, é, e será sempre muito importante.


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