"SEI QUE NADA SEI, NO ENTANTO SEI, QUE ENQUANTO VIVER COMBATEREI COM TUDO O
QUE ESTIVER AO MEU ALCANCE, TODOS OS QUE COMETEM ALIENAÇÃO PARENTAL"

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Vende-se...

"... argumento da história da minha vida, só não sei como o classificar. Será drama, ficção ou comédia?"
(Parte de uma frase publicada num site dito Social)
       
Creio que o conceito se iniciou no Brasil. Retenho na memória de que uma série, creio ser esse o nome, que passava em Portugal cujo episódio de cerca de uma hora tinha como opção dois ou três finais.
Claro que a coisa era comercial mas tinha o seu atractivo de através de um número de telefone o espectador  decidir de como acabaria a história entre duas ou três opções que lhe eram facultadas pela realização.
 Se inicialmente a história não passava de um drama o espectador poderia decidir tornar-se numa comédia tudo dependia da opção final.

       Como opção de vida, creio não estar longe da realidade e os brasileiros souberam tirar partido da coisa. A nossa vida ou pelo menos a maior parte dela dependerá de decisões por nós tomadas. Se optarmos por destruir nossos caminhos perante as primeiras dificuldades surgidas, é uma opção.
Se decidirmos destruir vidas terceiras só para nos safarmos, é outra opção.
Se para 'sermos' felizes na nossa vida destruímos outras felicidades, não deixa de ser outra opção e por aí fora.
Comédia? Drama? Ficção? Creio que essa definição só ocorrerá depois de assumirmos nossas decisões.
Chegados aí, muito dificilmente conseguimos uma definição. Raramente aceitamos nossas responsabilidades
e vai daí será muito mais fácil optarmos por responsabilizar-mos o parceiro do lado.
Claro que fica difícil definir o argumento da nossa vida, embora eu tenha uma opinião muito, digamos, ortodoxa.
      Se optarmos pensar com o Pénis ou a Vagina em lugar do cérebro, creio que a definição mais correta para definir o argumento será: "Porno-Chachada".



                                   

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